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Turquia – Entre a Asia e a Europa

Estive em Istambul esta semana e vou fazer um resumo da viagem e das informações da cidade, uma das minhas preferidas neste mundo. Depois farei especiais sobre alguns pontos turísticos que merecem muitas fotos e informações.

Sultan Ahmet Park

Sultan Ahmet Park

Istambul a antiga Bizâncio (era assim chamado quando era ainda uma cidade da Grécia Antiga, em 658 a.C., que recebeu o nome de seu rei, Bizas ou Bizante. Os romanos latinizaram o nome para Byzantium. A cidade veio a se tornar o centro do Império Bizantino, a metade do Império Romano que falava o idioma grego) e Constantinopla (assim chamada devido a influencia grega dada ao nome agora mudada para homenagear o Imperador Constantino, dai “cidade de Constantino” em grego. Foi a capital do Império Romano, do Império Bizantino – ou Império Romano do Oriente e do Império Latino ao longo dos anos 330 a 1453) é a maior cidade da Turquia, a quinta maior do mundo. Em 2010 eram 13.120.596 habitantes na sua área metropolitana. A grande maioria da população é muçulmana.
É a capital da área metropolitana e da província de Istambul, a qual faz parte da região de Mármara. No passado foi a capital administrativa da Província de Istambul, na chamada Rumélia ou Trácia Oriental. Foi denominada Bizâncio e Constantinopla até 1453, nome bastante difundido no Ocidente até 1930. Durante o período otomano, os turcos chamavam-na de Istambul, nome oficialmente adotado em 28 de março de 1930.
Foi a capital do Império Romano do Oriente e do Império Otomano até 1923, cujo governante máximo, o sultão, foi durante séculos reconhecido como califa, o chefe supremo de todos os muçulmanos, o que fazia da cidade uma das mais importantes de todo o Islão. Atualmente, embora a capital do país seja Ancara (sim… Instambul não é a capital da Turquia, como tantos pensam), Istambul continua a ser o principal polo industrial, comercial, cultural e universitário do país. É a sede do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, sede da Igreja Ortodoxa.
A cidade ocupa ambas as margens do estreito do Bósforo e do norte do mar de Mármara, os quais separam a Ásia da Europa no sentido norte-sul, uma situação que faz de Istambul a única cidade que ocupa os dois continentes. A parte central da parte europeia é por sua vez dividida pelo estuário do Corno de Ouro. É usual dizer-se que a cidade tem dois ou três centros, conforme se considere ou não que na parte asiática também existe um centro. No lado europeu há duas zonas com mais destaque em termos de movimento de pessoas e património cultural: o mais antigo, onde se situava o núcleo da antiga Bizâncio e Constantinopla, correspondente ao atual distrito de Fatih, fica a sul do Corno de Ouro, enquanto que Beyoğlu, a antiga Pera e onde se situava o bairro europeu medieval de Gálata, fica a norte. O centro da parte asiática tem contornos menos precisos.
Algumas zonas históricas da parte europeia de Istambul foram declaradas Património Mundial pela UNESCO em 1985.
Pronto, agora que acabou o wikipedia, vumbora pra minha experiencia 🙂

Mesquita de Rüstem Paşa

Mesquita de Rüstem Paşa

É a terceira vez que venho a Istambul e as fotos estão misturadas nestas três viagens.
Vou relatar de forma atemporal.

A companhia Turca é a Turkish Airlines, e há anos vence prêmios de melhor companhia europeia de aviação, e com seus méritos. Mas meu ultimo voo foram vários fatores que me fariam odia-la se não conhecesse a companhia, prova que não se deve nunca julgar uma por apenas um voo.

A chegada é tranquila. Brasileiros e Italianos não precisam de visto, vão direto ao balcão de controle. Foi apenas chegar, ter o passaporte carimbado e seguir. Das outras vezes fui de taxi para o centro, mas desta vez me arrisquei de metro, pois estávamos em horário de ponta de uma sexta feira e pelo menos ate o centro de metro convinha. E mesmo a 45 min. do centro, a “viagem” é tranquila. Apenas estranhei a necessidade de sair da estação e ter que pagar outro bilhete para mudar de linha. Talvez eu fiz algo errado…

Mas não me chateio com nada… Afinal, o slogan Também serviria para aqui: “Sorria, você esta na Turquia”

Sultanahmet parki

Sultanahmet parki

Ficamos em três hotéis, escolhemos por causa das localidades, queríamos estar perto de cada atração/necessidade e conhecer já que também trabalhamos com hotel. Os três são 5 estrelas, dois super renomados mundialmente e um mais business hotel e mais econômico.
o primeiro foi o Marmara, hotel que tem um bom preço para um 5 estrelas mas era o mais mal localizado entre os três. Porem queríamos estar na praça Taksin  pois tínhamos meeting ali. Vale pela vista do restaurante no topo.

Partimos para o incrível Ciragan Palace Kempinski, O hotel é simplesmente incrível. É um verdadeiro palácio com muita riqueza e luxo.  O visual é maravilhoso, o café da manha fantástico  e o serviço impecável, conforto e atendimento é irrepreensível. A piscina é ótima, com todo serviço de bar, toalhas e ate roupão. Na margem do Estreito do Bósforo, é um antigo palácio imperial otomano e também foi Sede do parlamento e hoje hotel exclusivo você se sente hospedado numa atração turística. Banho turco não podia faltar, e tem ainda massagens em uma cabana privada à beira da piscina e do estreito de Bósforo são as excelentes opções para relaxar. O Çırağan tem ainda piscina coberta e academia, assim como serviços de personal trainer. Os serviços e o palácio histórico faz do kempiski uma hospedagem inesquecível.  Dali fizemos o passeio de barco, conhecemos a ponte de gálata, o Topkapi Palace Museum e fomos ao mercado atrás de tecidos e bases …

Ciragan Palace Kempinski

Ciragan Palace Kempinski – Foto feita pelo hotel.

Ciragan Palace Kempinski

Ciragan Palace Kempinski

O terceiro hotel foi o Four Seasons at Sultanahmet, o hote mais central para quem vai a Istambul e exige qualidade. O prédio, uma antiga prisão, é decorado de forma clássica assim como os quartos. É  muito belo e vc não precisa sair do hotel para ver a mesquita azul e a Santa Sofia. Esta mesmo junto a praça sultan ahmet. Ali fizemos um grande amigo, o Kaan, que nos deu todas as dicas e suporte no passeio pelo centro. E começamos pela mesquita azul.

Four Seasons hotel

Four Seasons hotel

Four Seasons hotel

Four Seasons hotel

A mesquita azul.

Sultanahmet - A mesquita Azul

Sultanahmet – A mesquita Azul

Antes de entrar admiramos o belo obelisco egípcio da praça Sultão Ahmet onde antigamente estava situado o antigo hipódromo. O hipódromo não existe mais, porém a praça mantém o formato original. Constantino e os seus sucessores trouxeram para Istambul alguns monumentos exuberantes para melhorar a imagem da cidade. Dentre eles um obelisco do Templo de Karnak em Luxor no Egito, datado de 1490a.c.,  que foi trazido para Istambul pelo Imperador Teodósio no ano de 390. O obelisco, para ser transportado até Constantinopla, teve que ser dividido em três parte, hoje só existe a parte mais alta, sobre um bloco de mármore e muito bem conservada. No século X o Imperador Constantino VII construiu um outro obelisco, originalmente coberto por placas de bronze dourado, mas que foi bastante danificado, na época das cruzadas. Ainda na Praça do hipódromo aparece a Coluna Serpentina, trazida da Grécia, onde tinha sido construída para celebrar a vitória dos Gregos sobre os Persas, durante as Guerras Médicas. No século V, Constantino trouxe a Coluna Serpentina do Templo de Apolo em Delfos até Constantinopla. A Coluna Serpentina fazia parte de um monumento maior, chamado de Trípode de Plateias. Hoje só resta a coluna.

Obeliscos

Obeliscos no Antigo Hipodromo

Saindo da Praça e entrando pelo muro, temos acesso a um dos mais belos, se não o mais belo monumento da Turquia: A Mesquita Azul.

Os imperadores Bizantinos construíram um grande palácio onde se encontra hoje a Mesquita Azul. Em 1606 o sultão Ahmed I quis construir uma mesquita maior, mais imponente e mais bonita do que a Igreja de Santa Sofia. Foi construída no início do século XVII, quando a cidade já estava em poder dos turcos otomanos e é a única mesquita de Istambul que possui seis minaretes.  A mesquita foi revestida com azulejos azuis e possui ricos vitrais também do mesmo tom. Não há figuras no interior da Mesquita pois os muçulmanos não cultuam imagens.
Ao entrar na Mesquita é necessário tirar os sapatos. Shortes, minissaias, bermudas ou camisetas sem mangas não são recomendados. Funcionários da mesquita fornecem uma espécie de canga para cobrir as partes do corpo que desrespeitam a religião muçulmana.
Na verdade, a mesquita é o núcleo de um grande complexo, inicialmente conhecido como a Mesquita do Sultão Ahmed, mas foi renomeada como a Mesquita Azul, devido aos azulejos azuis que adornam suas paredes. Ao entrar você fica impressionado coma  beleza e a grandiosidade do local. Te deixara de boca aberta. Existe uma área que so os muçulmanos podem entrar, e assim pregar em paz. Não paga para entrar, apenas pede-se respeito, pois é um lugar muito sagrado.

A Mesquita Azul

A Mesquita Azul

A Mesquita Azul

A Mesquita Azul

Depois atravessamos a bela praça de Sultan Ahmet e fomos conhecer uma das maravilhas do nosso mundo: A Basilica de Santa Sofia museu.

Santa Sofia

Santa Sofia

Santa Sofia

A Basílica de Santa Sofia é o principal edifício histórico de Istambul. Foi construído na época em que Constantinopla era a capital do Império Bizantino, entre 532 e 537, pelo Imperador Justiniano I. A Basílica é conhecida, também, como Hagia Sophia, que significa “Sagrada Sabedoria”. Com a queda de Constantinopla em 1453, a Basílica foi transformada em Mesquita pelos muçulmanos e hoje, ela se transformou num museu, desde 1935, quando Kemal Atatürk assumiu o poder da Turquia e a transformou em um país laico. Possui uma abóboda central com 31m de diâmetro e 55,6m de altura. No interior da igreja existem mosaicos maravilhosos banhados a ouro. Toda a riqueza do Império Bizantino, na época convergiu para a Santa Sofia. Atualmente um grande museu, após sua restauração foram encontradas pinturas de imagens católicas nas paredes do templo e estas imagens foram recuperadas, criando um ambiente único que mistura catolicismo com islamismo de uma forma que só conseguimos ver ali… Ayasofya é um símbolo da mistura de crenças que já dominaram a cidade de Istambul (ou Constantinopla) e um verdadeiro exemplo de tolerância religiosa e respeito pela História de um povo, que hoje em dia é muçulmano em sua grande maioria.

Santa Sofia

Santa Sofia

Santa Sofia

Santa Sofia

Santa Sofia

Mosaicos da Basilica de Santa Sofia

Santa Sofia

Santa Sofia

 

Acabando o passeio turístico do dia, todos a 100 metros do hotel, aproveitamos para relaxar no hammam mais famoso da cidade, o Sultanahmet Hamam (também fomos ao histórico Ağa hamamı, que é o mais antigo, mas este esta centrado ao meio da mesquita azul e a Santa Sofia) o …. as terapias são excelentes e voltamos ainda mais vezes.  Se  comiamos qualquer coisa “segura” por onde passeávamos no almoço, as jantas eram sempre nos hotéis, que alem de nos fazer sentir mais seguro (ao que comiamos) era pratico para quem passa o dia todo passeando.

Sultanahmet Hamam

Sultanahmet Hamam

Iniciamos mais um dia na pequena e bela  Mesquita de Rüstem Paşa – Que é famosa principalmente pelos seus azulejos de İznik, considerados por muitos os mais belos do seu tipo. Os motivos são florais e geométricos. Muitos deles fazem uso dacor vermelho-tomate, característica do período antigo dos azulejos de İznik (1555-1620). Nenhuma outra mesquita de Istambul apresenta tantos azulejos.

Mesquita de Rüstem Paşa

Mesquita de Rüstem Paşa

Mesquita de Rüstem Paşa

Mesquita de Rüstem Paşa

Dali começamos o dia de mercados. Os comerciantes, alguns insistentes e cansativos, mas a maioria simpáticos e que nos fazia divertir em meio a todos aqueles tecidos, tapetes, temperos e frutas…alem dos maravilhosos doces turcos. Se o O Grand Bazaar tem milhares de lojas e nos faz comprar ate coisas que não podemos levar pra casa, o Egyptian Bazaar abunda em fragrâncias de temperos e frutas que dão o cheiro de Istambul a sua viagem.

Negociar preço é obrigatório e comerciante reconhece outro no mercado, e ai parte-se para uma lutarem que o comprador tem que vencer.

Mais um dia, voltamos a mesquita Azul, desta vez para tirar fotos artísticas, fomos a uma das mais impressionantes construções de Istambul. A Cisterna da Basílica. É a maior das dezenas ou centenas de cisternas construídas em Istambul no período do Império Bizantino. Dali fomos ao hotel Adamar para comermos no restaurante  Panoramic  que tem uma visao magnifica da praça, mesquitas, da corno de ouro e do estreito que divide a Europa da Ásia.

Cisterna

Cisterna

Vista do restaurante Panoramic

Vista do restaurante Panoramic

Os três últimos dias tínhamos já feito o essencial de Istambul, tínhamos já visto uma apresentação da dança rodopiante dos dervixes e então estávamos livres para conhecer mais banhos turcos, todos fantásticos e relaxantes depois dos passeios. A visão de uma arquitetura impressionante entre séculos que se fundem numa cidade riquíssima de cultura, tradição e poesia. Ouvir os minaretes chamando para as orações, os homens se curvando em direção a Meca, as crianças correndo entre as pessoas e pombos, os comerciantes te chamando para seus estabelecimentos, um belo povo, simpático, num dos mais belos lugares do mundo, a satisfação de passear por Istambul se cumpre de forma super positiva. Hora de partir, mas não da Turquia, mas pela Turquia. Em breve relatarei os passeios que fiz por Capadocia, Pamukale e Efesos, com a tão especial casa em que Maria viveu. Ate La…

Istambul

Istambul

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The best Hotel: The Oberoi Udaivilas – Udaipur

Eu estive La…

 

Na tentativa de criar uma lista “definitiva” sobre os melhores hotéis do mundo, o site americano Business Insider reuniu quatro dos mais importantes rankings de hotéis feitos por publicações especializadas.

The Oberoi Udaivilas

The Oberoi Udaivilas – Udaipur – India

Os trabalhos agregados foram o Travel + Leisure’s World’s Best Hotel Awards, o Condé Nast Traveler’s Top 100 Hotels & Resorts (parte do prêmio anual Reader’s Choice Awards), oTripAdvisor’s Top 25 Hotels In The World (parte do prêmio anual Travelers’ Choice Awards), e o Fodor’s 100 Hotel Awards.

Para chegar à lista final, a metodologia levou em conta quantas vezes cada hotel apareceu nas seleções acima, bem como suas colocações, e ainda usou fórmulas matemáticas. E o vencedor é  o Oberoi Udaivilas, na Índia.

The Oberoi Udaivilas

The Oberoi Udaivilas

The Oberoi Udaivilas

The Oberoi Udaivilas

Parabéns.

É realmente merecido porque é um dos lugares mais indos que me hospedei e inesquecivel, cada segundo era especial. Do amanhecer a hora de dormir, do café da manha incrível admirando o lago ao jantar com espetáculo de musica ao vivo e dança típica. Sim, Udaivilas é “the best”

The Oberoi Udaivilas

The Oberoi Udaivilas

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Saigon (Ho chi Minh) – Vietnam

Foi curta minha viagem ao Vietnam.
Estive Apenas na cidade de Ho Chi Minh, que conhecemos como Saigon.
Parti de Camboja para o Vietnam sem muitas expectativas, mesmo porque, depois de Angkor Wat na Camboja é muito difícil a gente se surpreender -em curto prazo – com alguma outra cidade. Mas Saigon era um desejo antigo e estava muito feliz em chegar à maior cidade e o centro financeiro do Vietnam. Então fui!!!

002Cheguei no aeroporto de Ho Chi Minh City Airport, bem modesto, fiz o visa on arrive para Vietnam (passaporte europeu),  e em seguida troquei o dinheiro, o Dong. Nunca vi tanto dinheiro nestes últimos anos.

Dongs

Dong – a moeda do Vietnam

Foram apenas 200 euros e me deram tanta cédula…adorei. Peguei um taxi pro centro, já com valor mais ou menos conhecido antes da partida, e parti para o centro, no hotel que me hospedaria.
Fiquei impressionado com o numero de motos na cidade. E com o transito também. Era incrível como ainda se caminhava. A taxista, mulher, tinha uma paciência incrível, foi fria no inicio da viagem, mas nem gostaria de puxar papo e estava bem, porém ela errou a estrada e teve que fazer uma volta para voltar ao endereço, então pediu muitas desculpas e se mostrou tão frágil e gentil que eu desci no melhor lugar pra ela (não a fiz entrar na rua estreitíssima do hotel) e deixei uma gorjeta, muito feliz (ela ficou mais ainda).

O hotel se chama Yen’s hotel, peguei pelo site Agoda, que pra mim é melhor que booking no continente asiático. É um hotel muito simples, pequeno, mas no coração da cidade, justamente onde queria estar queria perto da praça công viên 23 tháng 9 (não faço ideia do que este nome significa, mostrava o nome pro motorista e partia).

De aspecto jovem com recepcionista muito simpática, me hospedei no primeiro andar, quarto pequeno, mas cômodo, numa rua cheia de comercio, restaurantes, bares alem de tudo que a praça oferece. Caminhava-se para o mercado mais conhecido da cidade e taxi era a coisa mais fácil ali. Estava bem!
Desci e fui direto para o restaurante porque tinha muita fome. Estava com receio do que poderia ter para comer, porem já vi na mesa ao lado arroz dentro do abacaxi que me encheu os olhos. Arroz é uma das coisas que mais passa segurança quando estou viajando. Fried Rice é um dos pratos que mais arrisco em locais que tenho duvida. Há contestação, claro, mas nunca tive problema, e continuo no que ate hoje fui bem. O dificil era comer o arroz com o palitinho 🙂

Fried rice

Arroz frito no Abacaxi

Pronto pra Saigon

Pronto pra Saigon

Caminhei  pela praça, parei para admirar o cotidiano de algumas famílias Vietnamitas, depois fui ate o mercado para ver como era a folia de compras desta gente. Tinha quase de tudo La dentro, mas o que me impressionou foi a praça de alimentação, com seus pratos diferentes e açougues no meio dos restaurantes, observei bastante mas sempre com cuidado e respeito, acho isso muito importante quando temos contato com outros costumes.

 

Dali fui a pé por mais algumas ruas e praças ate chegar ao “Independence Palace” ou “Reunification Palace” que é O Palácio da Reunificação. Ele foi construído pelos colonos franceses em 1868. Foi usado pelo governador francês do Vietname do Sul até 1954. Em 1955, foi entregue a Ngo Dinh Diem.
Durante a Guerra do Vietnã, era o palácio presidencial da república do Vietnã.

Independence Palace

Independence Palace ou Reunification Palace

 

Ali conheci um moto taxi muito simples, simpático, que me apresentou seu caderninho de recomendações que os clientes deixavam falando dele em diversas línguas, para provar que não era ele quem as escrevia e o quanto os seus clientes saiam satisfeito em estar em sua companhia por um giro pela cidade. No caderno tinham dois brasileiros, que adoraram e recomendavam o passeio. Era barato, e mesmo sendo perigoso moto taxi… Não podia negar aquela experiência, afinal, moto era o principal meio de transporte da cidade. Estava vinculada a tradição daquela gente. E fui!!!
Ele me levou logo a Catedral da cidade, a Notre Dame de Saigon.
A Basílica de Notre-Dame de Saigon (em vietnamita: Nhà Thờ Chình Toà Đưc Mẹ Vô Nhiếm Nguyên Tôi ) é uma catedral e basílica menor católica e foi construída pelos colonos franceses em 1863. O edifício tem duas torres de sino de uma altura de 58 m.

Não fui até o interior dela, apenas admirei de fora e fui conhecer o Central Post Office ( O correios central e histórico da cidade de Saigon)

Depois de conhecer e admirar aquela área partimos para outra, a praça onde esta o  Ho Chi Minh City Hall or Hôtel de Ville de Saïgon (Ho Chi Minh City People’s Committee Head office – Trụ sở Ủy ban Nhân dân Thành phố Hồ Chí Minh). O palácio não é aberto a visitas, e logo ali perto você tem o Teatro Municipal e o HSBC Building.

 

Partimos para dois belos templos de Saigon:
Emperor Jade Pagoda (Chua Ngoc Hoang or Phuoc Hai Tu) com seu laguinho amontado de tartarugas e bem tranquilo. E o Vinh Nghiem Pagoda

Emperor Jade Pagoda

Emperor Jade Pagoda (Chua Ngoc Hoang or Phuoc Hai Tu)

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Emperor Jade Pagoda

Emperor Jade Pagoda

Vinh Nghiem Pagoda

Vinh Nghiem Pagoda

Vinh Nghiem Pagoda

Vinh Nghiem Pagoda

 

Depois partimos por diversos pontos turísticos mas sem descer da moto, vimos a radio Vietnam, como no filme “Bom dia Vietnam” , continuamos pela estrada apenas olhando os monumentos ate chegarmos ao museu da guerra. Dali fomos as margens do Rio Saigon e depois admiramos o Bitexco Financial Tower – um arranha-céu de 265,5 metros de altura, o mais alto na cidade, e com uma área total de 100.000 quilômetros quadrados.

Bitexco Financial Tower

Bitexco Financial Tower

Saigon é o grande centro econômico do Vietnam. E Aqui vai um pouco de conhecimento da cidade, fortemente ligada a historia de todo Vietnam.
A Cidade de Ho Chi Minh, designada Saigon até 1975, é a maior cidade e principal centro financeiro, corporativo e mercantil do Vietnam. Situa-se no sul do país e tem cerca de 7,5 milhões de habitantes. É uma cidade histórica e portuária.
Ocupada pela França em 1859, tornou-se na capital da Cochinchina e, mais tarde, de toda a Indochina Francesa até 1902. Em 1954 tornou-se capital do Vietnã do Sul tendo sido o quartel general das tropas americanas durante a guerra do Vietnã. Em 1975 as tropas do Vietnã do Norte entraram na cidade, marcando o fim da guerra.
A Grande Ho Chi Minh, possui uma população de mais de 9 milhões de habitantes, o que a torna a região metropolitana mais populosa do Vietnam. Estima-se que a população da cidade cresça para 13,9 milhões em 2025.
Conquistado pela França em 1859, Saigon foi fortemente influenciada pelos franceses durante a ocupação colonial do Vietnã, e um grande número de edifícios de estilo clássico ocidental e vilas francesas ainda são vistos na cidade. Em 1929, um registro populacional de Saigon revelou uma população de 123 890 habitantes, com um notável destaque para os franceses, que eram 12 100 habitantes na cidade.
Os vietnamitas havia proclamado sua independência em 1945, após uma ocupação francesa e japonesa combinada, e antes da revolução comunista na China. Eles eram liderados por Ho Chi Minh. Os Estados Unidos decidiram apoiar a França na sua reconquista de sua ex-colônia.
O ex-imperador, Bao Dai, fez de Saigon a capital do Estado do Vietname, em 1949, com ele como chefe de Estado. Após o movimento Việt Minh ganhar o controle do Vietname do Norte, em 1954, tornou-se comum referir-se ao governo de Saigon como “Vietnã do Sul”. O governo passou a se chamar República do Vietnam, quando Bao Dại foi deposto por seu primeiro-ministro, Ngo Dinh Diem, em 1955, em um referendo fraudulento. Saigon foi combinada em uma unidade administrativa conhecida como Djo Thành Sai Gon (Capital Saigon).
Na conclusão da Guerra do Vietname, em 30 de abril de 1975, a cidade ficou sob o controle do Exército do Povo do Vietnã. Entre as comunidades da diáspora vietnamita e particularmente os Estados Unidos (que havia lutado contra os comunistas), este evento é comumente chamado de “Queda de Saigon”, enquanto a República Socialista do Vietname se refere a ela como a “Libertação de Saigon.” Em 1976, quando da unificação do Vietname do Norte e Vietname do Sul sob o regime comunista, e a criação da República Socialista do Vietname, a cidade de Saigon – incluindo a pequena cidade próxima de Cholon, a província de Gia Dịnh e dois bairros suburbanos de duas outras províncias vizinhas – foi renomeada para Ho Chi Minh, em homenagem ao líder comunista Ho Chi Minh, morto em 1969. Entretanto, o antigo nome de Saigon ainda é amplamente utilizado por muitos vietnamitas, especialmente em contextos informais.

Depois pedi para ele me deixar num parque bem longe da cidade, mas que alguma coisa me dizia que seria muito bom conhecer (já tinha lido comentário sobre no trip adviser, mas qualquer coisa me chamava ali). O Binh Quoi Village é um oasis em Saigon. Foi La que ele me deixou e agradeci tanto pela companhia, e deixei também minha recomendação em seu caderninho, o que o deixou muito feliz. O povo Vietnamita é muito especial, tem uma doçura nos olhos, e uma simplicidade nos gestos que os tornam diferente. Gostei mesmo desta gente.

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Nunca vi tantos casais de noivos num só dia. Foram vários que fotografei e muitos que apenas admirei. Os vietnamitas gostam muito de casar e fazer book fotográfico 🙂

noivos do Vietnam

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E é isto. Viajar em Saigon faz bem. Vem!!!